Nervir convida-o para prova de vinhos Soul Wines

 

NERVIR NODIGT U UIT VOOR EEN WIJNPROEVERIJ VAN SOUL WINES

(Nervir convida-o para prova de vinhos Soul Wines)

Este é o convite que a NERVIR – Associação Empresarial, está a fazer aos importadores de vinhos holandeses para a prova de vinhos que vai realizar no próximo dia 4 de Junho no Hotel Arena em Amsterdão, no âmbito do Projeto Soul Wines 2.

Esta prova insere-se na Missão Holanda, com a deslocação de quinze empresas, que de 3 a 5 de junho se deslocam a Amsterdão para a promoção do Vinhos Douro e Porto.

Do programa consta a realização de uma Masterclass, no dia 4 de junho, realizada pelo Master of Wine Cees van Castere, em que será apresentada a região e os vinhos Douro e Porto dos produtores presentes a uma plateia de importadores, jornalistas e opinion makers holandeses.

Após esta Masterclass, terá lugar a prova de vinhos Soul Wines, para importadores, distribuidores e retalhistas, e que vai decorrer na Chapel Room do Hotel Arena em Amsterdão.

No dia 5 de junho, serão visitadas lojas de vinhos, a que se seguirá um almoço com jornalistas da imprensa holandesa da especialidade, com menu devidamente harmonizado com os vinhos dos produtores Soul Wines presentes; este almoço de imprensa terá lugar no Restaurante Daalder.

Esta Missão está direcionada especificamente a importadores e está inserida, num conjunto de ações que vão decorrer no presente ano, nomeadamente com Missões a Bruxelas, Nova Iorque e Londres mas também com ações na Região, com a vinda de importadores e leaders de opinião ao Douro para visita às quintas dos produtores aderentes.

O projeto Soul Wines, insere-se no âmbito da candidatura ao Sistema de Incentivos “Internacionalização das PME – Projetos Conjuntos”, para 2018, organizado pela NERVIR- Associação Empresarial, para promoção dos vinhos Douro e Porto.

 

Sobre os vinhos do Douro e Porto…

«A verdade é que o Douro é hoje quase a única região cujos vinhos podem ser escolhidos com a certeza de não se ter «gato por lebre», ou zurrapa em vez de líquido honesto. (…)

É nos contrafortes da Serra do Marão, quando esta começa a ajoelhar-se em socalcos perante o Douro, que medram as cepas que nos oferecem dos melhores vinhos de mesa do país. (…)

São vinhos que nascem neste palco em degraus, onde se representa o maior drama da vida rural portuguesa: a lavra da vinha do Douro. O ciclo do vinho ocupa aqui o cerne de todas as canseiras que marcam a sucessão das estações do ano para as gentes de Trás-os-Montes e Alto Douro. Em especial a azáfama colorida das vindimas quando, no final do Verão, as encostas começam a trocar o verde profundo pelas tonalidades amarelas e acastanhadas que acompanham e assinalam o amadurecimento da uva. O momento em que se aproxima o culminar de um encadeamento de actos de uma cultura ancestral, quando as passadas esforçadas, acima e abaixo naquelas encostas íngremes, prenunciam a chegada do cálido tinto ou do fresco branco ao copo do provador. (…)

A conjugação das características morfológicas, geológicas (ou litológicas, melhor dito), climatéricas e agrícolas da região duriense deu origem a um ambiente muito particular, que o vinhateiro soube, ao longo de séculos de adaptação, aproveitar para fazer evoluir a qualidade do seu produto final: o vinho.

Felizmente para os apreciadores de bom vinho, a procura não justifica o desvio de toda a produção para ter como destino o generoso vinho do Porto. Pois a verdade é que praticamente todos os vinhos do Douro possuem as condições essenciais para deles se fazer vinho fino, ou do Porto.

Este «ouro líquido», que «come pedras e bebe sol», transforma uma região agreste e montanhosa numa das mais ricas do país.

Tendo sido a primeira região do mundo a ser delimitada como região demarcada de vinhos, em 1756, ocupa a maior parte do vale do Douro e dos vales de embocadura dos seus afluentes entre Barca d’Alva e Barqueiros.»