Signo Capricórnio – terra – feminino – cardeal

 

O trajecto do Sol entre 23 de Dezembro e 19 de Janeiro, mais ou menos, desenrola-se ao longo da constelação do Capricórnio.

A terra a que o signo pertence tornou-se fria e desolada. O gelo é total. Apenas um coração interior, uma centelha, continua a pulsar sob a casca da velha terra. É a semente de calor que deve garantir o bom êxito das sucessivas fases da vida. O facto é que a terra, nesta estação, apresenta um aspecto álgido, repulsivo, duro. É uma terra completamente morta, à qual pode ser confiada uma mensagem de vida e de esperança, mas da qual nada mais se pode pretender a não ser a recordação dos precedentes calores, das precedentes energias.

Um severo Saturno é o senhor deste signo. Naturalmente, esta terra cansada possui toda a experiência da juventude. E mais uma vez, obstinada e pertinaz, aguarda o completamento do novo ciclo vital. O fogo do Carneiro fecundará a terra do Capricórnio, para a transformar em Touro.

Os nativos deste signo são confiados, prudentes, mas também inclinados à melancolia e à depressão, que nos melhores se torna conservação atenta de uma tradição ou de uma religião.

Podemos, assim, observar no Capricórnio bons conhecedores do espírito humano, como sacerdotes e psiquiatras, mas podemos igualmente observar excesso de autoridade, uma dureza por vezes insustentável, uma obstinada complicação nas relações íntimas, unida a timidez e a uma tendência exasperada para a solidão.

Entre todos os signos, o Capricórnio, que às vezes é lento em aprender, é aquele que melhor recorda e transmite. Se a Balança pode ser comparada a uma borboleta, o Capricórnio recorda imediatamente o elefante e a sua proverbial memória.

O signo de Capricórnio é um signo de terra, feminino e cardeal

Fonte: “Os segredos da Astronomia” – vol.III (Para além da ciência)