Município de Azambuja promove a 1ª Feira do Emprego

 

O Município de Azambuja vai organizar a sua primeira Feira do Emprego – AZB Emprego, nos próximos dias 28 e 29 de setembro, das 15h00 às 21h00 e das 10h00 às 19h00 respetivamente. Esta iniciativa, que se realiza na sala de eventos do Ouro Hotel, em Azambuja, conta com a participação de várias empresas sediadas no concelho, da Marinha Portuguesa e do Exército Português, e com o apoio da ACISMA, do NERSANT e do IEFP.

O objetivo deste evento é colocar à disposição do público em geral, e num mesmo local, vagas de empregos e de estágios profissionais, bem como informações sobre as ofertas formativas oferecidas pelas empresas do concelho, que podem ajudar o participante do evento na melhoria da sua capacitação profissional. Torna-se assim, em mais uma medida municipal que visa contribuir para a integração social de pessoas em situação de vulnerabilidade face ao emprego.

Ao longo destes dois dias, irão ser realizados diversos workshops sobre a temática do emprego e do empreendedorismo.

Esta iniciativa vai ao encontro do manifesto dos empresários, junto do Município de Azambuja, para a necessidade de promoverem as suas inúmeras ofertas de emprego, nas mais diversas áreas e qualificações.

As empresas participantes no evento irão apresentar mais de 300 ofertas de trabalho nas mais variadas áreas, destinadas a licenciados, técnicos profissionais, chefias, indiferenciados e estágios. Fonte

 

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Sobre o empreendedorismo…

“(…)Todavia, o conceito de empreendedorismo não é recente. Durante a Idade Média, as condições de feudalismo modificavam-se lentamente e o sistema de empreendedorismo formava-se com base na classe emergente, de comerciantes e homens de negócios, e na proliferação das cidades.

Neste período, o termo “empreendedor” foi empregue para descrever tanto um participante quanto um administrador de grandes projetos de produção. A historiadora e filósofa francesa Hélène Vérin foi uma das primeiras a estudar a evolução do termo entrepreneur através da história, observando que no século XII, o termo era invocado para referir-se “àquele que incentiva lutas”. Já no século XVII, representado na era económica, o empreendedor estava ligado à pessoa que “tomava a responsabilidade e coordenava uma operação militar”.

Desde então, a atividade empreendedora expandiu-se ao longo do século XVII até à atualidade, como o conhecimento experimental e, portanto, epistemológico ou baseado nas habilidades. Assim, o empreendedorismo tornou-se gradualmente mais instrumental, no sentido de corrigir as ineficiências ou fornecer novas soluções de bens e serviços.

Independente da forma, o empreendedorismo é símbolo de risco, rutura e mudança de paradigma, sendo simultaneamente sinónimo de solução. O indivíduo empreendedor reúne determinadas competências comportamentais que se revelam fundamentais no desenvolvimento económico empresarial, nomeadamente pela iniciativa na tomada de decisões, visão, organização e, até, gestão. 

Um empreendedor de sucesso, em conformidade com as necessidades, conhecimentos e valores plurais da comunidade empresarial em que se insere, revela-se criador de soluções e métodos cruciais para o sucesso de uma empresa no mercado, considerando, ainda, a sua responsabilidade social.

Podemos, então, concluir que o empreendedorismo tem tido um grande impacto mundial, especialmente no que diz respeito às transformações no mercado global. Há cada vez mais empreendedores no mundo, atuando em diversos setores e organizações. Trata-se de uma ação profissional de desenvolvimento empresarial, visando claramente o lucro económico. (…)” Fonte