Fins-de-semana Gastronómicos – Março 2018

 

Torre de Moncorvo – 2, 3 e 4 de Março de 2018

O concelho de Torre de Moncorvo possui uma gastronomia variadíssima, sendo o Borrego Terrincho, um produto de denominação de origem protegida, pertencente à Raça Churra da Terra Transmontana, um prato de eleição.  O maneio deste animais, que se alimentam sobretudo de ervas espontâneas, confere à carne características de gustação diferenciadas.

Da abundância de amêndoa na região, surge a confeitaria tradicional da doçaria, sendo o Bolo de Amêndoa uma das iguarias mais apreciadas desta arte, que tem passado de geração em geração. A sua feitoria apresenta uma combinação de amêndoa com vários aromas, o que lhe confere um paladar único e inesquecível.

O que pedir nos restaurantes aderentes: Folhado de Borrego da Churra | Borrego Terrincho | Bolo de Amêndoa

 

Vale de Cambra – 2, 3 e 4 de Março de 2018

A Gastronomia de Vale de Cambra pauta-se pelos sabores e receitas tradicionais, passadas de mães para filhas, com o uso dos produtos endógenos da região. A vitela da raça arouquesa, criada nas partes altas do concelho, mantém-se na história e na cozinha dos valecambrenses.

Os restaurantes servem iguarias, como vitela assada ou grelhada das mais diversas formas. Também os enchidos, o presunto e o queijo, com o bom vinho verde dos produtores locais, fazem parte da riqueza do concelho. Também não podemos esquecer o Leite Creme, com receita confeccionada tradicionalmente no concelho.

O que pedir nos restaurantes aderentes: Queijo com Broa | Carne de Vitela da Raça Arouquesa | Leite Creme

 

Barcelos – 9, 10 e 11 de Março de 2018

Os produtos da terra fundem-se numa panóplia diversificada de propostas gastronómicas que enchem a vista e retemperam apetites mais exigentes.

De geração em geração, a gastronomia tradicional evidencia a riqueza de Barcelos, o saber das suas gentes, Ora ‘temperado’ pelos sabores agrestes dos ventos atlânticos e das brisas do Cávado, ora modelado pelos ares da serra minota.

O coração do Minho está aqui refletido num vasto leque de ofertas de uma cozinha de festa, de tradição, de história e devoção espelhada nas iguarias como o bacalhau, a lapreia, o polvo, os rojões, as inconfundíveis e únicas papas de sarrabulho á moda de Barcelos, o arroz pica no chão, o cabrito assado, a vitela assada, o cozido e, claro, o galo assado à moda de Barcelos, que rememora a Lenda do Galo e traz à mesa o cerimonial e o simbolismo dos Caminhos de Santiago. Esta é a gastronomia emotiva que transmite saberes e práticas ancestrais.

Na cozinha de autor cruza-se a tradição gastronómica, um espaço de inovação com incursões criativas.

Seja qual for a  abordagem, à mesa impõe-se um Verde da região de Barcelos e um incontornável encontro com a casta Loureiro.

O que pedir nos restaurantes aderentes: Papas de Sarrabulho à moda de Barcelos | Galo Assado à moda de Barcelos | Doces de Barcelos

 

Caminha – 9, 10 e 11 de Março de 2018

Na desembocadura do rio Minho e no seu encontro com as águas do Atlântico foi erigido o Forte do Ínsua, outrora ocupado por frades franciscanos. Esta magnífica fortificação defensiva de outras épocas é marca incontornável da paisagem litoral Caminhense, e o abrigo ideal para o desenvolvimento de uma das espécies marinhas mais apreciadas nestas paragens.

O “Mar da Ínsua“, assim baptizado pela existência desta fortificação, é fonte inesgotável de alimento para os selvagens robalos que ali vivem, cuja carne branca e delicada já fez parte da gastronomia dos povos romanos.

O robalo do “Mar da Ínsua” é pescado “à linha” pelas mãos corajosas e agrestes do bravo pescador. Pela enorme dificuldade em pescá-lo, o pescador paga, não raras vezes, com a própria vida, a ousadia de enfrentar a rebentação das revoltosas ondas, para colher os melhores robalos e poder levá-los até à mesa dos restaurantes do concelho de Caminha.

Ao escalado robalo e à sua frescura, os nosso cozinheiros juntam apenas o tempero necessário, pois a grelha faz o resto. Acompanhado pelas batatinhas a murro e pelos deliciosos legumes salteados, constitui um manjar único e digno dos mais requintados palatos.

Para coroar este repasto, deliciamo-nos com o nosso tradicional leite creme queimado, capaz de fazer as delícias dos mais exigentes gastrónomos. De facto, a frescura de todos os produtos do campo, desde os ovos, passando pela farinha e pelo leite, permitem a realização deste verdadeiro manjar, tão tradicional nas nossas terras.

O que pedir nos restaurantes aderentes: Pataniscas de Bacalhau | Robalo Escalado do Mar da Ínsua | Leite Creme Queimado

 

Oliveira de Azeméis – 9, 10 e 11 de Março de 2018

Chegou à «Terra de Culinária», onde «cá se fazem, cá se comem». Oliveira de Azeméis é conhecida pelos seus sabores, e que melhor porta de entrada do que as nossas iguarias? À mesa, contamos a história de Oliveira de Azeméis, terra de cultivo e actividade produtiva.

Começamos pelo Pão de Ul, passamos pelo arroz, provamos as Papas de São Miguel, e detemo-nos no prato que marca a diferença: o arroz de ossos da suã. Depois, a regueifa de Ul, os beijinhos, os zamacóis, as rabanadas e os corações dos namorados. Bom apetite.

O que pedir nos restaurantes aderentes: “Sabores de Azeméis” em pão de Ul | Arroz de osso da suã | Rabanadas de Pão de Ul (vinho ou azeite)

 

São João da Pesqueira – 9, 10 e 11 de Março de 2018

A gastronomia no concelho de S. João da Pesqueira está recheada de iguarias, cujos segredos de confeção se perdem nos memoráveis tempos dos nossos avós, em receitas saborosíssimas de culinária, rara vezes passadas a papel.

O município é rico na sua imensa variedade e qualidade gastronómica. Os típicos pratos e doçarias regionais são justamente afamados pelo facto de nada ser deixado ao acaso, nunca perdendo aquele toque de rusticidade e autenticidade primitivas.

São inúmeros os pratos típicos da região, dos quais se destacam o célebre cabrito assado, arroz de cabidela, bacalhau assado, feijoada à transmontana, entre outros.

O que pedir nos restaurantes aderentes: Feijoada à Transmontana | Arroz Doce

 

Celorico de Basto – 16, 17 e 18 de Março de 2018

O Vinho Verde é único no mundo. Um vinho naturalmente leve e fresco, produzido na nossa região, uma região geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos. As castas de referência Azal, Arinto e Trajadura são produtores de vinhos de lote único. Com baixo teor alcoólico, e, portanto, menos calórico, o Vinho Verde é um vinho frutado, fácil de beber, óptimo como aperitivo ou em harmonização com refeições.

Mais do que apenas “beber” vinho, o Enoturismo presenteia-nos com paisagens, utilizando equipamentos de gastronomia, hotelaria e diversão. Existe uma oferta muito qualificada a este nível, frequentemente associada ao turismo rural e em localizações privilegiadas. A prática do Enoturismo está em grande fase de crescimento, devido ao elevado valor que é dado neste sector.

Na gastronomia, o receituário tradicional da região e do concelho fazem as delícias dos visitantes. Os enchidos e fumados, o bacalhau, as carnes do monte, o mel e a sabedoria das cozinheiras e cozinheiros constituem o binómio perfeito para uma experiência única.

O que pedir nos restaurantes aderentes: Pataniscas | Cabrito assado no forno | Pão-de-ló